Para inglês ver

A comunidade internacional entrou em pânico com a descoberta dos cientistas do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, de bactérias ultrarresistentes no Rio Carioca, via fluvial próxima à Marina da Glória, local da competição de vela nas Olimpíadas de 2016.

A notícia de que algumas praias são interditadas para banhistas pela falta de vigilância sanitária, não é nenhuma novidade para os brasileiros. Porém, quando se trata da comunidade internacional, daí é um problema a ser resolvido.

As bactérias encontradas são produtoras da enzima KPC e criaram resistência para a maioria dos antibióticos modernos do mercado, porém podem ser combatida com fórmulas mais antigas e por isso tóxicas ao organismo como a polimixina.

Ainda não houve casos de internação pelas superbactérias nas regiões afetadas, porém é possível que sejam necessárias medidas de correção nas águas da cidade do Rio de Janeiro.

Os especialistas consultados pela mídia “brasileira” atenuam a questão argumentando que o caso não seria fatal e o risco de contaminação pode ser comparado com o de outros micro-organismos em águas de má qualidade para o banho. Mesmo assim, para o pessoal de fora que adora um álcool gel, não pegou nada bem.

Veremos se, só para inglês ver, faremos algum tipo de melhoria nas redes de esgoto das grandes cidades. Afinal de contas, melhoria urbana não é um dos motivos para sediar Copas e Olimpíadas? Veremos.

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