O eleitorado contra o inimigo

Em plena campanha eleitoral, o país revela como pensa o cidadão norte-americano para o mundo. O clima de recessão econômica cria condições para o cidadão comum se sentir ressentido com o establishment neoliberal e, nesse contexto, figuras autoritárias ganham destaque como os sujeitos capazes de interferir nas regras do jogo.

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Um voto para a paranoia

Duas explosões em New Jersey reanimaram os debates sobre terrorismo na corrida presidencial, no último sábado. A primeira detonação deixou 29 feridos e a segunda, devido a um atraso em uma corrida beneficente, não atingiu civis. O suspeito é Ahmad Khan Rahami, um afegão de 28 anos, residente no país desde os 12 anos de idade e naturalizado cidadão americano. Trump voltou a falar em controle de estrangeiros e Hilary atacou o adversário pelos comentários xenófobos.

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O amanhã de Feyisa Lilesa

As Olimpíadas 2016 foram marcadas por surpresas impressionantes e positivas diante do que se esperava. Não houve ataques terroristas, nem casos de violência, – o que houve foi mentira-, muito menos prédios desabado em cima de turistas, como se previa. Apesar dos contratempos iniciais, nada realmente atrapalhou a realização dos jogos e, de modo geral, a Olimpíadas no Brasil foi um sucesso.

Nessa edição do evento, a tocha olímpica foi a menor fogueira de todas as aberturas anteriores pelo alerta sobre o aquecimento global e vimos, também como novidade, uma delegação de atletas composta somente por refugiados.

A reverberação mundial do evento também deu margem para o atleta etíope Feyisa Lilesa, medalha de prata no atletismo, fazer um emblemático gesto de cruzar os braços acima da cabeça. Uma maneira de protesto da etnia Oromo a qual ele pertence.

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O inimigo predileto

A chegada dos Jogos Olímpicos ao Brasil traz expectativa ao mundo inteiro, como também muita preocupação por parte dos turistas, estrangeiros e nativos, com a segurança do evento. Fala-se em ameaças terroristas contra delegações europeias e norte-americanas e possíveis ataques contra expectadores; porém, nenhuma especulação ou suspeita teve fundamento até agora.

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Reino Unido pede para sair

Na última quinta-feira dia 23, 384 distritos do Reino Unidos participaram de um plebiscito onde decidiram sobre a permanência ou não do Reino Unido na União Europeia. Os ingleses decidiram se desconectar por 51,9% dos votos contra 48,1% ou seja, a maioria simples escolheu deixar o bloco. E agora? O que podemos esperar com essa possível súbita saída?

Não se fazia um plebiscito no Reino Unido há mais de 40 anos e, ainda assim, a consulta popular registrou índices históricos de comparecimento. A decisão deixou os membros da UE de cabelos em pé, e os mercados mundiais ainda observam de que forma devem agir mediante a decisão popular.

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