O amanhã de Feyisa Lilesa

As Olimpíadas 2016 foram marcadas por surpresas impressionantes e positivas diante do que se esperava. Não houve ataques terroristas, nem casos de violência, – o que houve foi mentira-, muito menos prédios desabado em cima de turistas, como se previa. Apesar dos contratempos iniciais, nada realmente atrapalhou a realização dos jogos e, de modo geral, a Olimpíadas no Brasil foi um sucesso.

Nessa edição do evento, a tocha olímpica foi a menor fogueira de todas as aberturas anteriores pelo alerta sobre o aquecimento global e vimos, também como novidade, uma delegação de atletas composta somente por refugiados.

A reverberação mundial do evento também deu margem para o atleta etíope Feyisa Lilesa, medalha de prata no atletismo, fazer um emblemático gesto de cruzar os braços acima da cabeça. Uma maneira de protesto da etnia Oromo a qual ele pertence.

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O inimigo predileto

A chegada dos Jogos Olímpicos ao Brasil traz expectativa ao mundo inteiro, como também muita preocupação por parte dos turistas, estrangeiros e nativos, com a segurança do evento. Fala-se em ameaças terroristas contra delegações europeias e norte-americanas e possíveis ataques contra expectadores; porém, nenhuma especulação ou suspeita teve fundamento até agora.

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Reino Unido pede para sair

Na última quinta-feira dia 23, 384 distritos do Reino Unidos participaram de um plebiscito onde decidiram sobre a permanência ou não do Reino Unido na União Europeia. Os ingleses decidiram se desconectar por 51,9% dos votos contra 48,1% ou seja, a maioria simples escolheu deixar o bloco. E agora? O que podemos esperar com essa possível súbita saída?

Não se fazia um plebiscito no Reino Unido há mais de 40 anos e, ainda assim, a consulta popular registrou índices históricos de comparecimento. A decisão deixou os membros da UE de cabelos em pé, e os mercados mundiais ainda observam de que forma devem agir mediante a decisão popular.

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Europeus contra governo Temer

Apesar do apoio da Casa Branca, nem todos viram com bons olhos o afastamento da presidenta no cenário internacional. Na última segunda-feira, um grupo formado por mais de 30 deputados do Parlamento Europeu pediram à União Europeia (UE) para que não se relacionem, por meio da aliança Mercosul, com o Brasil.

Os deputados enviaram um pedido formal endereçado à alta representante da UE para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, para persuadi-la a não negociar com o atual Governo interino. O autor da carta, o deputado Xabier Benito, do partido espanhol de esquerda Podemos, denuncia a falta de “legitimidade democrática” do novo presidente e ressalva o comprometimento ético de acordos entre os blocos.

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A ameaça Trump

Apesar das eleições norte-americanas ainda caminharem na indicação dos candidatos à presidência pelos democratas e republicanos, dois nomes parecem confiantes das suas nomeações, trata-se de Hillary Clinton, pelos democratas, e Donald Trump, pelos republicanos; porém, a votação dos delegados no estado de Indiana trouxe surpresas.

O pré-candidato eleito para os democratas no estado foi Bernie Sanders, contrariando as pesquisas de opinião que apontavam a liderança de Hillary Clinton. Enquanto que Trump continua liderando entre os republicanos, com 52,7% de aprovação. Leia