Assassinato de PC Farias completa 20 anos e nada mudou na política brasileira

Essa semana, o assassinato de Paulo César Farias, o PC Farias, completou 20 anos sem resolução. Não muito diferente, delações envolvendo a cúpula do PSDB, em especial Aécio Neves, são arquivadas pelo Ministério Público Federal desde 2015. A justiça e a política correm de mãos dadas. Pena é para se ter daqueles que heroicizam o juiz Sérgio Mouro.

O Partido dos Trabalhadores saem do poder executivo federal mais fragilizados do que nunca. Algo comum devido à crise econômica e o longo tempo na presidência da república. Porém o que poucos percebem é a manipulada justiça brasileira realizando um show de desacatos e tendências em prisões arbitrárias.

O procurador Roberson Henrique Pozzobom, sobre a prisão de Lula afirmou em entrevista coletiva para a imprensa mundial: “Não temos como provar, mas temos convicção”. Sem provas, não pode haver prisão, apenas se houver interesses políticos, e é dessa forma que o alto escalão da justiça brasileira sempre agiu quando a questão é corrupção política.

A corrupção ligada à política envolve não apenas grandes construtoras, mas principalmente bancos. Contudo, a quebra de bancos no país poderia ser oneroso demais, por isso a escolha de não ligar a operação a banqueiros. Justiça à parte, essa é uma prática questão política.

Portanto, para aqueles que ainda acreditam que PC farias foi morto pela namorada, parem um pouco e comparem com a situação das prisões arbitrárias e dramáticas ocorridas nos últimos anos. Não, Sérgio Moro não é herói, é apenas um fantoche político, que está aproveitando o momento para ganhar láureas em sua profissão. Nada mais oportuno para um procurador federal que até ontem era um desconhecido e galga o estrelado como o justiceiro dos odiadores do PT, e as coincidências não param.

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